01/11/2013

7 tipos de mulher que todo homem gostaria de ter


1. A piloto.
Homem dirige demais. Não porque goste (pelo menos, não sempre), mas sim porque via de regra, é um saco andar com mulher. Não tem ousadia, não corre, olha para os dois lados 572 vezes, demora para sair, demora para descer do carro, desarruma todos os espelhos, banco e afins, mesmo que só para ir até a esquina. Enfim, um pé. A mulher piloto seria aquela que sabe a hora de arrancar, curte umas curvas fechadas, pisa no pedal do acelerador, costura os outros carros na avenida. E o melhor de tudo: não tem sapato para sair e sapato para dirigir: é um só para as duas coisas.
2. A mamma.
Quem já não ouviu (especialmente o casado) algo como “eu não sou sua mãe”? Horas, então para que saímos de casa. A mulher mamma garante aquela ilusão masculina criada pelas progenitoras de que os sapatos que jogamos no caminho andam até o armário, as roupas na cama pulam até o cesto de roupa suja, os pratos se lavam sozinhos, o cheirinho de lavanda é inerente à casa, entre outros toques de luxo. Ela é pau para toda obra, e responde “não” de coração quando perguntamos se ela quer ajuda.
3. A desportista.
Essa sabe o horário do jogo e nem liga. Melhor: senta com você, torce e vai buscar algumas coisas na cozinha para você não perder 1 minuto de jogo. Não pensa nem em sair para passear de mão dada no parque durante o jogo. Entende que existem partidas durante a semana, e não só de domingo. Sabe que final de campeonato exige 1 dia inteiro de concentração. E principalmente, não confunde juiz com jogador, sabe do que se trata o impedimento, e diferencia bola na mão de mão na bola.
4. A cozinheira de boteco.
A mulher se esforça para fazer algo super engenhoso na cozinha. Isso quando elas cozinham, fato cada vez mais raro. Nós, é claro, não gostamos. Ela chora, dizendo que não sabemos valorizá-la, e afins. A mulher cozinheira de boteco joga pro povo masculino: na segunda, é filé com fritas; na terça, x-salada; na quarta, feijoada; na quinta, e na sexta, variantes dos demais dias; no fim de semana, pizza e churrasco. A mulher cozinheira de boteco é a única que exige um downgrade ao invés de um upgrade. E nós adoramos.
5. A independente.
Com essa, você nunca vai ouvir: “pega aquele copo para mim lá em cima?”, “abre esse pote para mim?”, “com que roupa eu vou?”, “o que você quer fazer hoje?”, “você acha que eu preciso emagrecer?”, entre outros chavões do pensamento feminino. Ela sabe o que fazer, e nunca pergunta “se eu faço tudo sozinha, para que homem?”. Ela sabe a resposta…
6. A reducionista.
Talvez o maior defeito da mulher seja transformar tudo em evento: a briga vira batalha, a balada vira festa de casamento, a festa de casamento vira filme do Spielberg…a reducionista simplifica tudo: a roupa para sair é a primeira que aparece na frente, maquiagem é batom e só, discussão se resolve com “tá bom, concordamos que discordamos e pronto”, e a festa de casamento envolve a família e meia dúzia de amigos, em um evento informal, sem smoking. A reducionista também se desdobra em outro modelo ideal: a econômica. Pense no impacto de uma simplificadora na sua conta corrente…
7. A econômica.
Café da manhã na padoca. Almoço no quilo. Jantar no rodízio de pizza. A econômica não te avalia por quanto você gasta, e te estimula a gastar menos. Cinema sempre no dia mais barato, bijuteria no aniversário, flor só se você colher na rua…ela gosta das coisas simples da vida, não ativa teu cheque especial nem para dar entrada no PS.



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